Implementamos agentes AI que tratam de tarefas administrativas manuais (leitura de documentos, classificação, routing e geração de relatórios) integrados nos sistemas que já usam. Acionável em 12 semanas, com 75% a fundo perdido pelo PRR.
Não são tarefas grandes. São pequenas, todos os dias, sempre nas mesmas pessoas. Acumulam-se em horas perdidas e desconcentração da equipa.
Receber por email, transcrever, validar contra encomendas. Hora a hora todos os dias, com risco de erros humanos.
Pedidos que chegam por vários canais e que alguém tem de ler, classificar e reencaminhar para a pessoa certa.
Consolidação de dados de várias fontes, formatação, narrativa. Mesmo trabalho, mês após mês.
Foco em automações com retorno concreto. Identificamos as tarefas que consomem tempo, automatizamos, e medimos o ganho real em horas e custos.
Estimativa simples baseada no número de pessoas, salário médio e horas semanais perdidas em trabalho repetitivo. Os valores são indicativos.
Exemplos típicos do que muda quando substituímos uma tarefa manual por um agente AI. Os processos exatos a automatizar são definidos na fase de descoberta.
Da descoberta inicial à operação contínua, sem dependência de fornecedores externos para manter os agentes em produção.
Mapeamento dos processos atuais, identificação de candidatos a automação, análise de ROI por processo, priorização e roadmap.
Arquitetura da solução, integrações com sistemas existentes (ERP, CRM, email, cloud), modelo de segurança e gestão de acessos.
Desenvolvimento dos agentes AI para os processos priorizados, integração com LLMs (Claude / GPT), pipelines, regras de negócio e validações.
Dashboard com estado das automações em tempo real, alertas em caso de falha, métricas de tempo poupado e custo evitado.
Sessões para equipa técnica e utilizadores finais. Manual de operação e troubleshooting. Acompanhamento pós-lançamento.
Documentação técnica preparada para candidatura à Linha IA nas PME, com a estrutura exigida pelo Banco Português de Fomento.
Ciclo curto, com demos quinzenais. Cada semana traz algo tangível em vez de meses de espera por um big bang.
Workshops com equipas, mapeamento de processos, análise de viabilidade técnica, priorização por impacto.
Arquitetura, integrações, modelo de segurança, especificações detalhadas.
Desenvolvimento de cada agente em sprints, com entrega contínua. Demos quinzenais e validação progressiva.
Deploy em produção, formação completa, entrega de documentação e dashboard.
Monitorização dos agentes, ajustes baseados em dados reais, identificação de novos candidatos a automação.
Reflexões reais de quem deixou de fazer manualmente o que agora corre sozinho.
A equipa administrativa recuperou cerca de 15 horas semanais. Essa diferença passou para trabalho que tinha estado parado há meses.
O processo de faturação deixou de depender de pessoas estarem disponíveis. O agente trata de tudo e só sinaliza o que precisa mesmo de intervenção humana.
Sim. A Linha IA nas PME foi desenhada especificamente para PMEs. Se há tarefas administrativas repetitivas a consumir tempo da equipa, há provavelmente um caso de automação com retorno. Na fase de auditoria avaliamos se faz sentido antes de avançar.
ERPs e CRMs comerciais (SAP, Primavera, Salesforce, Microsoft Dynamics), email, sistemas de gestão documental, cloud storage (Google Drive, OneDrive, SharePoint), e qualquer ferramenta com API. Para sistemas legacy sem API analisamos a viabilidade caso a caso.
Depende da configuração. Conseguimos usar modelos com processamento na União Europeia, com acordos de não-treino sobre os dados, e em casos específicos modelos locais. Definimos o modelo de segurança na fase de desenho.
Há dois custos contínuos: (1) subscrição de LLM e infraestrutura cloud (variável conforme uso, normalmente algumas dezenas a centenas de euros por mês), e (2) manutenção opcional em avença mensal. Estimamos ambos depois do dimensionamento.
O painel de monitorização alerta em tempo real quando algo corre fora do esperado. Há sempre fallback humano configurável: o agente nunca aprova decisões críticas sem confirmação, e situações ambíguas são escaladas com contexto completo.
Preparamos toda a documentação técnica necessária. A submissão é feita pelo cliente (ou pelo consultor de fundos comunitários habitual). O apoio é confirmado pelo Banco Português de Fomento e a aprovação depende de elegibilidade e dotação disponível.
Uma conversa inicial de 30 minutos para perceber o vosso contexto, identificar candidatos a automação e perceber se o caso de uso justifica avançar.